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4 Livros 4 Estilos

Ao serão a DP propõe quatro livros, baseada nas sugestões de alguns dos entrevistados neste número, variando entre um conteúdo mais técnico, passando pelo álbum até à biografia.

O director da Escola Portuguesa de Arte Equestre, Dr. Filipe Figueiredo (Graciosa) sugere duas obras. A primeira da autoria do Coronel Pierre Durand – L’Équitation française – mon choix de coeur et de raison, editado pela Actes Sud. A segunda proposta, publicada pelas edições Belin, é uma obra que surgiu no seguimento da Gala Equestre das Quatro Grandes Escolas Mundiais, entitulado Les hauts lieux de l’art équestre – Vienne, Saumur, Jerez, Lisbonne, da autoria de Alain Laurioux e Guillaume Henry. As duas obras são escritas em Francês.

Coordenador do Departamento de Coudelarias da Fundação Alter Real, o Eng.º Francisco Beja indicou uma obra de cariz biográfico sobre uma das figuras maiores da equitação Portuguesa, Mestre Nuno de Oliveira da autoria de Marion Scali, publicado em Portugal pelas Edições Inapa e disponível em Português. Este livro encontra-se também disponível em Inglês e Francês.

Responsável técnico e director da Equitop, Camilo Borges sugere um livro técnico, do qual efectuou a revisão técnica para a versão Portuguesa. Destinado a caval eiros amadores e profissionais dos vários níveis. Dressage: Técnica e Aprendizagem, uma obra de Kathy Amos-Jacob, edição da Dinalivro.

L’Equitation française – mon choix de coeur et de raisonequitaion-francaise
Autor: General Pierre Durand
Editor: Actes Sud (Outubro 2008)
ISBN 978-2-7427-7630-6
Idioma: Francês

Apresentação do editor

Esta obra não é mais um método de equitação. É bem mais que isso: o fruto, o balanço, a síntese de uma vida inteira de cavaleiro. E não se trata de qualquer cavaleiro: aluno privilegiado do coronel Margot, um dos mais brilhantes, “Grande Deus” de Saumur, Pierre Durand completou a sua carreira militar como Mestre Picador do Cadre Noir e depois como Director l’École nationale d’équitation.O seu palmarés desportivo é impressionante; conta com duas participações nos Jogos Olímpicos em concurso completo e salto de obstáculos, mais de vinte e cinco participações na Taça das Nações, dezenas de vitórias individuais nacionais e internacionais em CSO – disciplina rainha na qual foi também várias vezes campeão militar de França e campeão do mundo (em 1962).

O ‘écuyer’ Pierre Durand passeou talentosamente a sua ligeira silhueta por cima das barras, conseguindo manter, ao mesmo tempo, os ares de alta escola. Para ele, equitação desportiva e equitação clássica, trabalho com obstáculos e trabalho no solo são da mesma natureza, necessitando harmonia muscular, firmeza, ligeireza.

Convicto que, a cavalo, a aprendizagem nunca está completa, o general Durand recusou-se sempre, até agora, a publicar qualquer tratado, qualquer obra que fosse definitiva. Se finalmente decidiu, no fim de uma carreira excepcional, compilar as suas observações de homem dos cavalos, ao mesmo tempo experiente e culto e reunir neste livro – tão esperado – recordações e reflexões, opiniões técnicas e episódios engraçados e edificantes é para testemunhar que destreza equestre e respeito pelo cavalo são totalmente compatíveis e para recordar os princípios que presidem ao desempenho e à perenidade da bela equitação francesa.

hautes-lieuxLes hauts lieux de l’art équestre – Vienne, Saumur, Jerez, Lisbonne
Autores: Alain Laurioux , Guillaume Henry
Editor : Belin (Junho 2008)
ISBN 978-2-7011-4667-6
Idioma : Francês

“As grandes escolas de arte equestre por fim reunidas numa só obra” .

Pela primeira vez um livro reúne:

  • a Escola Espanhola de Viena
  • o Cadre Noir de Saumur
  • a Escola Real Andaluza de Arte Equestre de Jerez
  • a Escola Portuguesa de Arte Equestre de Lisboa

Descubram as raízes das suas tradições e sigam o quotidiano dos seus cavalos.
Compreendam o funcionamento de cada escola, o recrutamento e a formação dos picadores, as suas semelhanças e as suas diferenças, o futuro de cada uma delas.

Alain Laurioux recebeu o prémio Yves Hilaire da Associação da Imprensa Equestre Francesa (APEF) pelo livro “Os altos lugares da arte equestre”, assim como pelo conjunto da sua carreira. Alain Laurioux é director geral dos espectáculos do Quadro Negro. Assegura a sua concepção, o ambiente cenográfico e a coordenação. Fotógrafo, colabora em numerosas revistas equestres (Cheval Magazine, Cheval Pratique, etc.) e expõe regularmente as suas fotografias em Bruxelas, Londres, Berlim, Saumur, Tour, Lyon, Paris, Budapeste, etc. Actualmente prepara uma exposição em Washington. Ilustrou numerosas obras consagradas aos cavalos para as edições Belin, Crépin-Leblond, Proxima, e vários «belos livros» para Gallimard, Artémis, Arthaud-Flammarion.

Guillaume Henry é instrutor de equitação, formado em Saumur. É autor de numerosos artigos técnicos em revistas francesas, suíças ou belgas (Cheval magazine, Cheval Harmonie, Cheval Harmonie, etc.) e sobre a história da equitação (Equus, Historia, etc.); publicou à volta de quinze obras técnicas e históricas sobre equitação e criou a Academia Pégase, que entrega, desde 1990 et todos os anos, dois prémios literários: o prémio Pégase ENE e o prémio Spécial Cadre Noir. Editor, divide o seu tempo entre a escrita e a prática quotidiana da equitação.

nuno-oliveiraMestre Nuno de Oliveira
Autor: Marion Scali

Editor: INAPA
ISBN 978-972-797-161-9
Idioma: Português

Apresentação do editor

Nuno de Oliveira (1925-1989) foi sem dúvida o mais brilhante cavaleiro do século XX, o «mestre de equitação», como era tratado pelos seus inúmeros alunos dos quatro cantos do mundo. Reconhecido mundialmente, consagrou a sua vida ao ensino e à dressage. Marcou a linha de acção da Alta Escola promovendo o cavalo lusitano como exemplo perfeito do “equilíbrio e ligeireza”.

dressageDressage : Técnica e Aprendizagem
Autor: Kathy Amos-Jacob

Editor: Dinalivro (Março 2004)
Idioma: Português

Apresentação do editor

Muitos cavaleiros lamentam trabalhar sozinhos e desejam um guia para os ajudar a progredir com o seu cavalo. Kathy Amo-Jacob dá-nos a conhecer por inteiro, de uma forma simples e clara, os frutos de sua experiência na dressage, termo derivado do verbo frânces dresser e que significa simplesmente treinar. Actualmente, esta expressão foi adaptada como nome de modalidade desportiva, mas designa simultaneamente um método de treino.

Neste sentido, faz-se uma abordagem clássica e directa da dressage elementar com o objectivo de ajudar os cavaleiros na sua progressão técnica, bem como na relação quotidiana com o cavalo. Segundo a autora, esta relação deve assentar no respeito e no amor, uma vez que o cuidado e carinho, a confiança e o conhecimento das técnicas de dressage, bem como da locomoção do cavalo, são indispensáveis para bem conduzir o ensino da sua montada.